domingo, 10 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A BRINCADEIRA ACABOU. O JOGO A SÉRIO VAI COMEÇAR AGORA
Finalmente o governo pediu ajuda financeira, porque o rollover da dívida tornou-se quase impossivél com a banca portuguesa a dizer que não comprava mais, o BCE a fechar a torneira, as agências de rating (Fitch, Standard & Poor´s e Moody´s) a conotarem-nos como lixo com a subida natural do juro das obrigações do estado português a dispararem para a estratosfera no prazo de 2 anos a 9%, a 5 anos 10% e a dez anos 9% e os investidores a fazerem-nos um grande manguito. A situação estoirou quando o governo português foi vender á pressa no Fundo de Estabilização da Segurança Social(fundo de pensões dos portugueses) participações no mercado financeiro para comprar dívida pública. Este FESS é outra brincadeira porque participa na roleta dos mercados com o dinheiro que todos nós descontamos para a nossa tão proclamada reforma com a finalidade de obter rentabilidade( se for como a gerência do estado já sabemos onde vai parar). A partir daqui Portugal vai entrar numa morte lenta num prazo de cinco anos para pagar o que deve e a partir dai,começar uma recuperação se existir lenta o que eu duvido face ao panorama do comércio mundial. Como português e como cidadão é uma vergonha que o FMI entre pela terceira vez em Portugal. Mas nem tudo são más noticías, como o PAÍS vai bater no fundo com nunca bateu na sua história e porque as personalidades em causa não brincam em serviço pode ser que os portugueses formem um partido de salvação nacional e tomem as rédeas do poder ou a bem ou a mal, porque não existe neste momento em Portugal líderes partidários capazes de conduzirem o PAÍS para um rumo de desenvolvimento sustentavél. terça-feira, 5 de abril de 2011
CHINA O EXEMPLO DE UMA ECONOMIA DE ESTADO
segunda-feira, 4 de abril de 2011
FALTA SEMPRE O COMO!
Tais idéias foram as seguintes:
- Não podemos fazer de conta em Portugal.
- Quem tem despesa não pode dizer que temos que aumentá-la mais para pagarmos a mesma.
- Criação de um programa de emergência familiar.
- Racionalização de todo o sector público.
- Delinear um programa de austeridade.
- Reformar a justiça.
- Apostar no crescimento da economia (Injectando capital nas pequenas e médias empresas, captar investimento estrangeiro e incentivar o empreendorismo).
Tais idéias parecem óptimas mas não passam do óbvio ficando por explicar é como vamos sair desta crise que cada vez mais vai acentuar-se, e quais as medidas concretas para o desenvolvimento do PAÍS a médio(cinco anos) e a longo prazo (dez anos), porque a curto prazo por mais que escondam nós já sabemos nomeadamente com dificuldades acrescidas para os Portugueses (mais desemprego, mais aumento de impostos, regressão na qualidade de vida e continuação da baixa taxa de natalidade)
domingo, 3 de abril de 2011
CORTE DE RATING DA S&P (STANDARD & POOR´S) A PORTUGAL
sexta-feira, 1 de abril de 2011
PORTUGAL É MUITO MAIS QUE ESTE REGIME E NÃO PODERÁ SUCUMBIR COM ELE
Vivemos com despesas muito acima dos nossos rendimentos. Famílias e Estado. Mais de uma década sem desenvolvimento económico e com a despesa pública sempre a aumentar. Empréstimos bancários induziram e suportaram esta loucura. As famílias vão à falência de uma forma discreta, mas dramática…só desde o princípio do ano declararam a sua insolvência em tribunal mais de mil famílias. A comunicação social dá apenas destaque ao problema nacional…o Estado português segue o mesmo rumo de insolvência de muitas famílias de portugueses. Sonhamos demasiado alto e os nossos governantes foram incapazes de terem o bom senso de travar sonhos inconsistentes. A nossa dívida atinge hoje valores superiores a 100% do PIB…nunca na história de Portugal tivemos uma crise financeira tão grave e as anteriores deram origem a revoluções penosas. O Estado Previdência, o Estado que tudo a todos, garantia…esta foi a ilusão que nos condenou…um Estado que absorve 50% da riqueza produzida e que ainda tem necessidade absoluta e permanente de recorrer ao crédito externo. Um Estado despesista, que sufoca a economia e as famílias, que matem uma postura de novo riquismo, continuando a viver sem contenção e com atitudes inconcebíveis de parcerias público privadas, que são autênticos massacres às finanças públicas e bónus de Natal para algumas empresas privadas. Não só não há qualquer coerência nesta situação, como não há qualquer proposta concreta para sair dela. O Chefe de Estado pede desenvolvimento, através das exportações…como se não soubesse que o ambiente político, fiscal e jurídico, português impossibilita totalmente essa possibilidade. Os Partidos políticos dividem-se na sua utopia. Os auto apelidados de esquerda, que insistem no reforço do Estado como entidade dominante da vida das famílias e como promotor da economia…os outros, aqueles que têm ambições de poder, são incapazes de falar a verdade, tementes das consequências eleitorais. Prisioneiros destas limitações, discutimos a austeridade que nos impõem os nossos credores. Não se discute a essência da questão… a divida soberana e a estagnação económica. As medidas que são propostas e impostas…a austeridade, os sacrifícios e a quebra de direitos, também os violentos e sucessivos aumentos de impostos, têm apenas o objectivo da continuação da saga do aumento do nosso endividamento e promovem a nossa estagnação económica. Sacrifícios sem qualquer garantia de melhoria da situação portuguesa, pelo contrário com fortes probabilidades de nos levar para a bancarrota. Irresponsabilidade total. Não temos nenhum estadista á altura do grave momento que enfrentamos, talvez o mais dramático de toda a nossa história. Não temos no actual espectro partidário nenhuma organização política, capaz de assumir uma atitude de responsabilidade e de verdade. Capaz de mobilizar a nação através de um plano consistente e coerente … um projecto de salvação nacional. Os portugueses irão para eleições sem conhecerem a realidade da situação portuguesa…uma autêntica indução política à inconsciência colectiva. Uma fraude. Perante esta situação exigia-se do Chefe de Estado duas atitudes. 1- Uma auditoria externa às contas públicas do Estado, pré eleitoral, para esclarecimento integral da situação e das responsabilidades;
2- Uma exigência aos partidos políticos para um acordo de regime e de emergência, que caso não fosse possível ou viável, justificaria um Governo de iniciativa presidencial. Mas o Chefe de Estado, não tem esta envergadura… um reformado, dependente, fraco e também com muitas responsabilidades no cartório. A mesquinhez tomou conta de Portugal, só pequenos homens conseguem sobreviver neste triste e pantanoso ambiente político, em que se deixou reduzir esta República. PESSOAS COM VALOR, INTEGRIDADE E HONESTIDADE PROCURAM-SE PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
José Andrade
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