sábado, 31 de março de 2012

JOÃO PALMA – QUEM GOVERNA DEVE SER RESPONSABILIZADO POR MÁ GESTÃO

O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), João Palma defendeu que a atual recessão económica que atravessa o País leva os cidadãos a exigirem mais do Estado. “Exigem que quem governa seja financeira e criminalmente responsabilizado pela gestão ruinosa dos dinheiros públicos”, declarou no discurso de abertura do IX Congresso. O procurador aproveitou ainda a presença da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, para- depois de recordar que o processo de nomeação do Procurador-Geral da República passa pelo Governo e pelo Presidente da República – pedir uma liderança “mobilizadora” para o Ministério Público.
No discurso de abertura João Palma declarou que os cidadãos, perante os sucessivos apertos financeiros a que são sujeitos, “exigem que quem governa ponha termo a negócios ruinosos com a mesma coragem com que expropria e confisca salários e subsídios de natal”, defendendo ao mesmo tempo que “quem governa seja investigado criminalmente e responsabilizado financeiramente com rigor e sempre que os indícios o justifiquem”.
Considerando que os agentes da justiça devem fazer tudo para credibilizar o setor, o presidente do SMMP disse que, atualmente, “só” o Bastonário da Ordem dos Advogados “persiste em colocar-se de fora, dando a ideia e comportando-se como um corpo estranho e hostil ao mundo da justiça e dos tribunais, que teimosamente insiste em desacreditar”.
Recordando que o mandato do atual PGR (procurador geral da república), Pinto Monteiro, termina em Outubro. “O próximo Outono trará com ele o cair da folha e anunciará mudanças decisivas no Ministério Público”. João Palma pediu uma próxima liderança “responsável e mobilizadora”. “Capaz de reconhecer e promover a competência e mérito em detrimento das fidelidades acríticas, das vaidades pessoais, das competências mediatizadas”.

A CRISE EM PORTUGAL VISTA PELOS BRASILEIROS


sexta-feira, 30 de março de 2012

ESPANHA É A PREOCUPAÇÃO NÃO PORTUGAL



Nuestros hermanos detém 65 biliões de dívida Portuguesa e representam 25% das nossas exportações. Os nossos governantes devem esquecer-se deste "pequeno" pormenor!

quinta-feira, 29 de março de 2012

GREVE GERAL EM ESPANHA CONTRA AS MEDIDAS DE AUSTERIDADE


CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE EMPRESAS INOVADORAS EM CASTELO BRANCO JÁ COMEÇOU

A Câmara de Castelo Branco iniciou este mês a construção do Centro de Empresas Inovadoras com um custo de investimento aproximadamente de 3 milhões de euros. O novo espaço pretende acolher cerca de 40 empresas da área tecnológica e ficará pronto dentro de um ano se tudo correr bem.
No entender do presidente da câmara Joaquim Morão, a “nova estrutura pretende ser mais um instrumento de apoio às empresas do concelho. “A câmara tem acolhido muitas empresas, nos mais variados locais. Agora chegou o momento de construirmos um edifício próprio para acolher todas as iniciativas empresariais de base tecnológica”, referiu.
O edifício ocupará uma área bruta que ultrapassa os 3500 m2, ficará situado junto aos estaleiros da autarquia, num terreno que se prolonga entre a Avenida do Empresário e a Avenida Egas Moniz. O centro desenvolve-se em três pisos e é composto por diferentes áreas, incluindo 38 gabinetes para empresas e um anfiteatro.
Para consultar o modelo de concurso público clique AQUI

quarta-feira, 28 de março de 2012

A ERA DA IMPRESSÃO DE DINHEIRO PODE ESTAR A CHEGAR AO FIM SEGUNDO UMA PESQUISA



A era do processo de flexibilização quantitativa, um processo pelo qual os bancos centrais compram ativos, como títulos do governo para injetarem fundos nos mercados, pode estar a chegar ao fim, de acordo com uma pesquisa dos gestores de fundos.
De acordo com uma pesquisa de março pelo Bank of America Merrill Lynch, os investidores estão mais otimistas sobre o futuro e prespectivas de crescimento porque já não esperam mais medidas de flexibilização quantitativas a serem tomadas pela Reserva Federal ou Banco Central Europeu.
"As conclusões a que chegam os gestores de fundos são de que tinha funcionado a QE; que a política do banco central está a funcionar; e o prolongamento da luta contra a inflação está a trabalhar pelo que acho que não seja mais necessária", disse Gary Baker, director estratega europeu no BofA Merrill Lynch pesquisa mundial.
Na pesquisa, 28 por cento dos gestores de fundos disseram esperar que a economia global vá fortalecer nos próximos 12 meses, acima dos 11%.
Mas o relatório achou que os gestores de fundos ainda veem a dívida soberana como o maior risco para a recuperação global. Os investidores preveem uma inflação mais elevada, com 13% líquidos esperando que esta suba no próximo ano.
Os stocks mundiais estão 28% acima desde os seus pontos baixos ocorridos em outubro passado, afirma o relatório, acrescentando que os bancos continuam a ser o segundo sector amado depois das utilities (empresas de energia). A tecnologia foi considerada o setor mais popular.
A pesquisa também descobriu que a atenção dos investidores está a retornar para as economias desenvolvidas, como a Europa, Japão, os EUA, dos mercados emergentes para melhorarem as suas perspectivas de crescimento.
E apesar dos Mercados Emergentes Globais continuarem a ser a região mais popular, as preocupações com uma desaceleração no crescimento da China aumentaram.
"Há mais uma preocupação geral sobre a inflação. E muito de acordo com os pontos de vista dos (gestores de fundos asiáticos) sobre o crescimento ", disse Baker. Também pela primeira vez desde julho do ano passado, os gestores de fundos pensam que os lucros globais tendem a melhorar.